Dia das mães longe da minha mãe e a saudade só aperta. Vontade de dar um abraço bem apertado, encher de beijo e dizer: Mãe, te amo muito. Vou ter que esperar. Quem me conhece sabe que sem a minha mãe perto eu fico carente, carente de beijo, de abraço, porque quando ela tá em casa eu posso abraçar o quanto eu quiser, beijar o quanto eu quiser, mas quando ela não tá eu sinto tanta falta que nem dá pra explicar. Ela briga quando é preciso, mas dá colo quando é necessário. Ela é minha e eu sinto ciúme porque ela é a melhor. A minha mãe é aquele tipo de pessoa doce que quase todo mundo ama e quem não ama é quem sai perdendo. A cada dia eu admiro mais a força que ela tem, e a capacidade que ela tem, e sempre teve, de superar os obstáculos. A gente briga, a gente se desentende, mas no final a gente faz as pazes, porque é impossível uma viver sem a outra. Eu carrego ela em mim, no coração, um pouco no jeito de ser e um pouco no jeito de sorrir. Eu não posso dizer pessoalmente hoje, mãe, mas quarta a gente se vê e eu vou te dar aquele abraço que eut o querendo dar a tempo demais e dizer: Cleuza Maria Coelho da Silva, mãe, te amo demais. Senti muita saudade. Amor de mãe e filha é para sempre.